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Após entrar para a Globo, Felca faz sessão de fotos polêmica com pose satanista

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Após entrar para a Globo, Felca faz sessão de fotos polêmica com pose satanista

Imagem artística atribuída ao influenciador reacende teorias e comparações com a iconografia de Baphomet, dividindo opiniões nas redes


Por Redação — 07/11/2025 — 06:31

Poucos dias após o anúncio de sua entrada para a programação da TV Globo, o influenciador Felca voltou a ser assunto na internet após a circulação de uma foto conceitual que, segundo milhares de internautas, mostra o influenciador fazendo uma pose satanista durante uma sessão de fotos editorial. A imagem, de estética artística e forte apelo visual, ressurgiu nas redes sociais e rapidamente se tornou combustível para debates intensos envolvendo espiritualidade, mídia e influência digital.

O ponto central da polêmica é justamente o gesto corporal. A postura remete diretamente à figura de Baphomet — ícone criado no século XIX pelo ocultista Eliphas Lévi, representado com corpo humano, cabeça de bode, asas e um gesto clássico: um braço apontando para cima e outro para baixo, simbolizando dualidade cósmica, equilíbrio entre luz e trevas, e a célebre frase esotérica “como acima, assim abaixo”. Ao longo do tempo, esse símbolo se tornou amplamente associado ao satanismo, sobretudo na cultura popular, no entretenimento e em representações midiáticas simplificadas. Por isso, qualquer referência visual próxima costuma ser interpretada como satanista, mesmo sem intenção declarada.

A controvérsia cresceu ainda mais porque Felca, em outras ocasiões, apresentou-se como cristão. Perfis conservadores passaram a afirmar que a “pose satanista” retratada na imagem seria incompatível com a fé defendida anteriormente pelo influenciador. Expressões como “vendeu a fé pela fama” ou “entrou na Globo e mudou de lado” se multiplicaram em comentários e viralizaram em threads comparativas — especialmente no X (antigo Twitter). Memes, capturas de tela, edições comparando a postura à estátua de Baphomet e vídeos com teorias religiosas emergiram em poucas horas.

Do outro lado da discussão, defensores argumentam que a leitura demoníaca é exagerada, fruto de paranoia simbólica das redes. Para esses perfis, o que existe é simplesmente um ensaio de moda editorial, com liberdade estética, experimentação corporal e gestos pensados como recurso visual — e não como mensagem espiritual. Eles ressaltam que revistas internacionais e marcas conceituais utilizam poses não convencionais há décadas, e que interpretar tudo como pacto demoníaco é mais reflexo da tendência atual de sensacionalismo religioso digital do que prova de qualquer intenção maligna.

Mesmo sem confirmação oficial de contexto e intenção artística da fotografia, o assunto se tornou um verdadeiro micro fenômeno cultural. O volume de curtidas e compartilhamentos ultrapassou centenas de milhares de interações, e o tema escalou numa velocidade rara, impulsionado justamente pelo momento profissional do influenciador e pela enorme carga simbólica que o público brasileiro costuma associar à Rede Globo — instituição historicamente cercada por mitos, teorias conspiratórias e lendas urbanas sobre poder midiático.

Até o fechamento desta reportagem, Felca não comentou a polêmica, não respondeu às acusações e não se manifestou sobre a suposta referência a Baphomet. O silêncio reforçou ainda mais o magnetismo do tema, abrindo espaço para especulação.

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