Perseguição escancarada: Bolsonaro denuncia abusos e defende liberdade em entrevista histórica à CNN
Ex-presidente reafirma inocência, aponta violações do STF e mostra confiança no apoio popular e internacional
Escrito por Redação | 17 de julho de 2025 – 20:41
Em um dos momentos mais tensos da história recente do país, Jair Bolsonaro expôs ao vivo o que milhões de brasileiros já sentem na pele: o Brasil deixou de ser uma democracia.
Em entrevista exclusiva à CNN Brasil, o ex-presidente revelou com clareza e firmeza o cenário de perseguição judicial, censura ideológica e aparelhamento institucional, que tenta calar a oposição, criminalizar conservadores e distorcer os fatos em favor de uma elite política corrompida e ressentida.
“Querem me prender por um crime que não existiu, em um lugar onde eu sequer estava. Isso não é Justiça. É vingança política. É ditadura disfarçada de toga”, disparou.
A entrevista escancarou o que muitos já suspeitavam: Bolsonaro está sendo alvo de uma guerra jurídica e midiática, onde fatos importam menos que narrativas, e a Constituição virou papel de balcão.
As principais revelações da entrevista:
- Acusado injustamente de liderar um “golpe”, mesmo estando nos EUA no dia 8 de janeiro, Bolsonaro mostrou que não há provas, mensagens, nem indícios reais contra ele. Apenas uma narrativa forçada.
- Ministros do STF são, ao mesmo tempo, vítimas, acusadores e juízes do caso — um atentado ao devido processo legal e à imparcialidade do Judiciário.
- Eduardo Bolsonaro, nos EUA, faz o que Lula se recusa a fazer: dialogar com os americanos para evitar o tarifácio que ameaça destruir empregos e a economia nacional.
- Cidadãos comuns estão sendo presos por piadas, emojis e opiniões nas redes sociais. Artistas, empresários e mães de família estão sendo perseguidos como se fossem terroristas.
- A censura voltou — e com força. Lives proibidas, páginas derrubadas, multas absurdas, prisões arbitrárias.
“Vivemos um inferno. Não há mais liberdade de expressão no Brasil. E quem deveria garantir nossos direitos virou o próprio algoz do povo”, declarou Bolsonaro, visivelmente indignado.
O embate com Lula: isolamento, provocação e submissão internacional
Ao comentar sobre a crise diplomática com os EUA e a imposição da tarifa de 50% por Donald Trump, Bolsonaro foi direto: “Isso é culpa do Lula, que escolheu bater boca com os americanos e se ajoelhar diante de ditaduras.”
Enquanto o governo brasileiro abraça regimes autoritários como Irã, Rússia e Cuba, e ataca valores democráticos como a liberdade religiosa, de imprensa e de opinião, Trump reage com firmeza — e deixa claro que não aceitará um Brasil submisso a ditaduras.
“Trump tem razão. O Brasil precisa voltar a ser parceiro da liberdade, não refém de ideologias fracassadas. Se o Lula continuar provocando, o preço será alto — para todos nós”, alertou.
Bolsonaro representa mais do que uma liderança. Representa um povo.
Mesmo sob risco de prisão, o ex-presidente reafirma seu compromisso com o Brasil. Não cogita exílio, não teme ameaças, e mantém o olhar firme na justiça, na liberdade e no povo brasileiro.
“Podem tentar me prender, podem me perseguir, podem mentir. Mas não podem apagar a verdade. E a verdade é que o Brasil era mais livre, mais próspero e mais respeitado quando estávamos no comando.”
Enquanto a esquerda promove censura e miséria, a direita se reorganiza. Milhões voltam às ruas. O agro se revolta. Os cristãos reagem. Os jovens se despertam.
O Brasil não está perdido. Está acordando.
Bolsonaro deixou claro: não se trata mais de um homem, mas de um movimento. De uma luta entre liberdade e tirania. Entre verdade e manipulação. Entre Brasil e submissão.
E concluiu com uma frase que já ecoa nas redes e corações:
“Se querem me destruir para calar o povo, então que saibam: o povo está mais vivo do que nunca.”



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